Bem, um breve post só para dizer que me esqueci do mais engraçado.
André Glucksmann é um filósofo francês de quem nunca li nenhum livro e por isso não arrisco nenhuma "definição". No entanto, é sabido que na sua juventude foi um dos combateu, como maoísta, no Maio de 68 e que desde então se foi exprimindo política e filosoficamente, sobretudo contra todo o tipo de totalitarismo (do nazismo ao comunismo), numa posição semelhante à de Bernard Henri-Levy, mas também defendendo certas intervenções militarizadas em países como a Nicarágua e o Iraque. No ano passado, decidiu, contra um alegado imobilismo e sobrevalorização moral da esquerda francesa, apoiar abertamente a candidatura de Nicolas Sarkozy. Quando em Abril de 2007, o actual presidente francês se pronunciou contra a "ideologia" do Maio de 68, ficou preocupado e, juntamente com o seu filho, Raphael Glucksmann, o qual ficou chocado com as declarações de Sarkozy, mas ainda mais com o facto de esse ser o candidato apoiado pelo seu pai, que sempre lhe havia falado do Maio de 68, decidiu escrever um livro humoradamente chamado "Mai 68 expliqué à Nicolas Sarkozy". O livro foi já traduzido para português e editado pela Guerra e Paz.
André Glucksmann é um filósofo francês de quem nunca li nenhum livro e por isso não arrisco nenhuma "definição". No entanto, é sabido que na sua juventude foi um dos combateu, como maoísta, no Maio de 68 e que desde então se foi exprimindo política e filosoficamente, sobretudo contra todo o tipo de totalitarismo (do nazismo ao comunismo), numa posição semelhante à de Bernard Henri-Levy, mas também defendendo certas intervenções militarizadas em países como a Nicarágua e o Iraque. No ano passado, decidiu, contra um alegado imobilismo e sobrevalorização moral da esquerda francesa, apoiar abertamente a candidatura de Nicolas Sarkozy. Quando em Abril de 2007, o actual presidente francês se pronunciou contra a "ideologia" do Maio de 68, ficou preocupado e, juntamente com o seu filho, Raphael Glucksmann, o qual ficou chocado com as declarações de Sarkozy, mas ainda mais com o facto de esse ser o candidato apoiado pelo seu pai, que sempre lhe havia falado do Maio de 68, decidiu escrever um livro humoradamente chamado "Mai 68 expliqué à Nicolas Sarkozy". O livro foi já traduzido para português e editado pela Guerra e Paz.
